Igreja Católica Abre Capital
22 abril 2008
Depois de anos amargando perda de fiéis e consequente redução na arrecadação com dízimos, o Papa Bento XVI resolveu, em conjunto com o Sínodo dos Bispos, abrir o capital da Igreja Católica. Desde a última páscoa (23/03/2008) a Santa Sé passou a se chamar Santa Sé S/A. As ações sagradas estão sendo negociadas na Bolsa de Valores de Milão, que este ano recebeu os papéis Dominicanos como presente por seus 200 anos de existência.
Massimo Capuano, chairman da Servizio Titoli S.p.A., uma das empresas responsáveis pela gestão da Bolsa Italiana, recebeu a notícia com grande entusiasmo. “Trata-se de um momento histórico do qual temos o imenso prazer de fazer parte.” Por outro lado, Sandro Magister, vaticanista do diário italiano L’espresso, afirma que tal atitude não representará melhorias econômicas para o Vaticano caso não hajam reformas. Segundo Magister, “a perda de fiéis está ligada à estrutura de manutenção dos católicos na igreja e aos métodos usados para isso, que ao meu ver não mudaram com o tempo”.
Entretanto, os papéis do Vaticano que iniciaram na bolsa com o valor de US$ 10,00, obtiveram apreciação de 21,3% já no primeiro dia. Investidores alegam que as cotas são interessantes pelo fato de possíveis mudanças na forma como a Igreja lida com seus fiéis ocorrerem no curto prazo, o que poderá ocasionar aumento no valor dos papéis. Um desses indicativos é a liberação por parte do Vaticano do uso de camisinha no casamento (a instituição, não a cerimônia). “Isso representa uma tentativa de acompanhar os hábitos e costumes da humanidade”, afirma o megainvestidor George Soros.
A Santa Sé S/A liberou somente as ações PN, que não dão direito a voto. Estão disponíveis na Bolsa Italiana para investidores de todo o mundo. Para mais informações acesse o site da Santa Sé S/A e da Borsa Italiana.
A maior trufa do universo
10 abril 2008
A Mars Reconnaissance Orbiter, sonda da NASA, fotografou no último dia 23 a maior trufa já observada no universo. Essa enormidade de 22 km de diâmetro, basicamente composta por chocolate, orbita Marte e é conhecida por Phobos.
Após a descoberta da composição da lua de Marte, empresas do ramo alimentício estão em disputa por uma corrida espacial. Membros da Nestlè, Cadbury, Kraft Suchard e Hersheys demonstraram grande interesse na exploração da gulouseima espacial. A M&Ms por outro lado não pensa em explorá-la diretamento. Um de seus diretores de marketing anuciou que irá explorar a imagem do doce astro, distribuindo M&Ms gigantes por toda sua superfície.
Após esses anúncios, ativistas ambientais do Greenpeace se revoltaram e pretendem iniciar uma campanha de arrecadação para a construção de uma nave espacial de longo alcance. Essa nave será usada para que grupos da entidade se interponham às naves cargueiras. Essa iniciativa, segundo o diretor executivo do Greenpeace, Gerd Leipold, visa evitar que os absurdos ambientais ocasionados pelos humanos tomem proporções intergaláticas. Gerd Leipold: “Não é possível que até nisso eles estejam interessados. Assim não haverá universo que sustente a voracidade capitalista dessa gente.”
Fonte: The Great Beyond, Phobos Imaged by HiRISE e Greenpeace.
O Começar
9 abril 2008
Segundo meu amigo Houaiss, começar tem por significado dar início a algo, a um processo, ação; principiar, iniciar. O começo é o início de tudo (oras, bolas)! Enquanto algo não é iniciado, não começa. É o inverso de se dizer que só acaba quando termina! Só começa quando inicia!
O Amir Klink, que é um cara sábio, escreveu em um de seus livros em que relata suas aventuras, que o maior medo que ele tinha era o medo de partir. Era o medo de iniciar, de começar! Mas por que existe esse medo do início, do novo, da partida? Será a mudança de estado que será ocasionada, exigendo-se esforço anti-inercial?
CPI do Apagão
26 março 2008
Recentemente tive problemas de iluminação em minha mesa de trabalho. Em uma tentativa de alteração do layout da minha caverna, puxei demais o cabo de força da minha luminária de mesa e sem perceber bati com a perna no referido cabo, arrebentando-o da tomada.
Resolvi concertar refazendo a junção do cabo e da tomada macho, para que pudesse ter iluminação em minha tábula de trabalho. Para meu espanto, ao abrir a tomada percebi que isso já havia acontecido antes, mas não por meu mérito (não que eu lembre pelo menos).
Percebi isso com o auxílio de técnicas de perícia elétrica. Os filetes de cobre que estavam soldados à ponta interna dos plugues no interior da tomada estava arrebentados. Além disso, novos filetes estavam envoltos no corpo das barretas e novamente arrebentados, por ocasião do acidente já comentado aqui nesse nobre post.
Pois bem, se isso já aconteceu e não fui eu, alguém deve ter procedido com tal peripécia. Visando esclarecer os fatos ora citados, será instaurada uma CPI para averiguação da causa do apagão anterior. O(s) culpado(s) sofreram as medidas cabíveis!
Independente disso, já concertei minha luminária e consigo ler as minúsculas letras das grandes literaturas.
Arte corporal
23 março 2008
Em dias de chuva
23 março 2008
Porqueria
21 março 2008

Segundo o dicionário artibetiano, porqueria é uma junção de porcaria com por que. Aplicada em situação onde algo muito errado acontece e não entendemos a razão. Como exemplo, temos o caso clássico da formatação de computadores para reinstalação do sistema. Muitas vezes não queremos formatar e reinstalar o sistema, mas não sabemos de onde vem o problema que deixa a máquina esquisita. Uma verdadeira porqueria!
Identificador Pessoal de Chamadas
8 março 2008
Ou Personal Call Identifier! Ou Identificador da Pessoa que Chama! Parece complicado, mas não é! Trata-se de um novo dispositivo que identifica a pessoa que está ligando e não o número de onde ela liga.
Assim, seja de onde uma pessoa liga, ela será identificada, não importando o número do telefone do qual ela está ligando.
Isso é possível por dois métodos. O primeiro é pela leitura da íris do indivíduo e o segundo, pela identificação do número pessoal mantido no chip subcutâneo. Ambas as formas de obtenção de informação estão no aparelho de chamadas.
Tudo bem, mas e as vídeo-chamadas já não nos propiciam que vejamos quem está nos ligando? Sim, mas só depois que atendemos!
O Escritor de Mente
26 fevereiro 2008
A mente humana é algo brilhante e incompreendida por muitos. Amada por outros tantos. E pesquisada por mais alguns.
No desejo de termos nossa capacidade ampliada ou mesmo de transferi-la a máquinas, estudamos os impulsos eletromagnéticos gerados pelo nosso cérebro. Na intenção de expandi-los, construímos equipamentos e circuitos eletrônicos capazes de controlar máquinas remotamente somente com a força daquilo que pensamos.
Essa é uma realidade e não há como voltar. Muito em breve aquilo tudo que controlamos usando a habilidade motora será manipulado ou dirigido por intermédio de ondas cerebrais. Estamos chegando à era dos comandos neurais.
Não arrisco falar sobre como serão esses tempos e como o ser humano irá se adaptar a essa nova possibilidade. Mas posso dizer que isso abrirá um novo potencial. Assim como podemos, através de ondas cerebrais, mover personagens em games, poderemos mover objetos e veículos. Poderemos mover máquinas e robôs.
E se fizermos o inverso? Não, não há apocaliptísmo aqui! Não penso em sermos controlados por máquinas e que tais robôs dominarão o mundo e escravizarão os humanos. Mas a possibilidade de escrever mentes é bastante grande. Se nos cinemas, televisões, revistas e outdoors somos induzidos por simples mensagens subliminares, alguns impulsos cerebrais farão muito mais.
A utilidade disso seria a mais variada possível. Desde a manutenção de pessoas perigosas em um estado aceitável para a convivência em sociedade como uso em guerras (sim, elas continuarão existindo) para neutralizar o inimigo sem machucá-lo. Isso ainda passa por controle parental, indução de sonhos e sensações, controle de dores e possibilidade de redução do uso de anestésicos em cirurgias.
É lógico que não será utilizado só para finalidades nobres. Santos Dumont inventou o avião e quando viu que sua criação estava sendo utilizada com objetivos bélicos, não tardou a tirar a própria vida. Entretanto, com o passar do tempo, sua invenção trouxe muito mais benefícios do que problemas a nós. E assim será com o escritor de mente!
A Dormida
26 outubro 2007
Ultimamente eventos coletivos em massa tem ocorrido com bastante freqüência no mundo. Um exemplo disso são as fotografias feitas pelo fotógrafo nova-iorquino Spencer Tunick, onde uma grande quantidade de pessoas despidas são fotografadas coletivamente em locais públicos ao redor do mundo.
Desta vez, Oliviero Bruni, presidente da International Pediatric Sleep Association e professor do departamento de Neurologia do Desenvolvimento e Psiquiatria da Universidade La Sapienza, de Roma, colocará uma platéia de mais de mil espectadores para dormir até dia 28 (domingo), durante um curso em Porto Alegre.
Segundo Bruni, que é especialista em sono, esse é um tema de fundamental importância. Particularmente acredito que tal prática esteja bastante enraizada na cultura estudantil e acadêmica mundial. Muitos professores, sem nem mesmo ter formação adequada para tal, fazem estudantes quase que literalmente caírem no sono durante aulas inteiras. Talvez o que Bruni esteja querendo realizar, é a maior Dormida já registrada no mundo. Até então somente se observaram dormidas pouco significativas em termos de quantidade de espectadores, embora seja bastante freqüente.
Alguns especialistas temem que esse evento venha a estimular mais ainda as Dormidas em salas de aula. Por outro lado, Bruni afirma que quer somente chamar a atenção das autoridades educacionais para o problema. Disse ainda que deseja tornar esse evento em uma prática anual e cada vez em uma cidade diferente no mundo.
Desejo boa sorte a Bruni e bom sonhos à sua platéia.
